Preso mais um suspeito de envolvimento em morte de bebê em Porto Alegre

Homem de 43 anos tinha prisão temporária decretada, e estava foragido por outros crimes.

Segundo a Polícia Civil, nove dos 10 envolvidos no homicídio estão presos.

Homem de 43 anos é o nono preso dos 10 envolvidos no homicídio, segundo a polícia Divulgação / Polícia Civil A Polícia Civil prendeu mais um suspeito de envolvimento em um tiroteio que resultou na morte de um bebê de 1 ano e deixou quatro pessoas feridas em fevereiro, em Porto Alegre. O homem de 43 anos tinha prisão temporária decretada e já estava foragido por outros crimes, segundo a polícia.

Ele foi encontrado na quarta-feira (20), próximo a residência da companheira, em um carro, utilizando uma CNH falsa.

De acordo com a investigação, o homem é suspeito de ser um dos executores.

O crime ocorreu no Morro da Conceição, no bairro Partenon.

No final do mês de abril, a polícia já havia prendido outros três suspeitos do crime durante uma operação.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Guilherme Gerhardt, nove dos 10 envolvidos no homicídio estão presos.

Organização criminosa Segundo Gerhardt, os suspeitos fazem parte de uma organização criminosa que buscava vingar a morte de um traficante, que foi morto em 2018. "Eles voltavam ao local [da morte do traficante] com intenção de sequestrar traficantes pra que eles apontassem esconderijos de drogas e armas, e assim obtivessem lucro com o ilícito.

Caso não fossem encontrados esses alvos preferenciais, era pra executar quem tivesse na rua, que foi o que aconteceu na data da morte do bebê", destaca. De acordo com a polícia, 17 suspeitos foram indiciados, 10 por homicídio e organização criminosa, três por organização criminosa, que não foram executores do crime, mas participam do esquema, e quatro por crimes conexos.

"Esses últimos quatro foram apontados no inquérito por crimes diversos.

Não integram a organização criminosa e não estão envolvidos no homicídio, mas tinham alguma relação", explica.

Ainda de acordo com o delegado, cinco detentos que estão recolhidos no sistema prisional aparecem como mandantes do tiroteio.

"Um outro que estava em liberdade era o elo entre os detentos e os executores".

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